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	<title>Cada um tem seu ministério</title>
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	<description>a justa contribuição de cada parte...</description>
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		<title>Uma dose de fé</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 19:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stefano Mozart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citações, trechos de livros etc]]></category>

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		<description><![CDATA[NESTE MUNDO, DEUS só pode ser conhecido por meio da fé. Então, embora haja muitíssimas boas razões para crer [...], em certo sentido ninguém pode provar a existência de Deus. Do mesmo modo, as pessoas que querem argumentar contra a existência de Deus também encontram razões para suas crenças. Mas assim como os cristãos não podem provar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><strong>NESTE MUNDO, DEUS só pode ser conhecido por meio da fé. Então, embora haja muitíssimas boas razões para crer [...], em certo sentido ninguém pode </strong><em>provar</em><strong> a existência de Deus. Do mesmo modo, as pessoas que querem argumentar contra a existência de Deus também encontram razões para suas crenças. Mas assim como os cristãos não podem provar que Deus existe, essas pessoas também não podem provar que Ele </strong><em>não</em><strong> existe. Tanto crer quanto não crer em Deus exige certa dose de fé.</strong><br />
— <em>Joe Coffey</em></div>
<p><strong>Fonte:</strong> <em>Defenda Sua Fé</em> (Edições Vida Nova), p. 15, grifos no original.<br />
<a href="http://www.vidanova.com.br/" target="_blank">www.vidanova.com.br</a></p>
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		<title>O risco de enfatizar&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 18:55:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stefano Mozart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citações, trechos de livros etc]]></category>
		<category><![CDATA[Enfatizar detalhes]]></category>
		<category><![CDATA[interpretação]]></category>
		<category><![CDATA[unidade na diversidade]]></category>

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		<description><![CDATA[QUANDO ENFATIZAMOS CONTINUAMENTE os detalhes da verdade corremos o risco de falarmos somente para nós mesmos sobre aquilo que julgamos mais importante e, assim, perdemos o chamado maior de Deus. [...] Corremos o risco de ignorar aqueles a quem somos chamados para buscar. Perdemos nosso propósito e caminho final. Nossa missão se transformará em corrigirmos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>QUANDO ENFATIZAMOS CONTINUAMENTE os detalhes da verdade corremos o risco de falarmos somente para nós mesmos sobre aquilo que julgamos mais importante e, assim, perdemos o chamado maior de Deus. [...] Corremos o risco de ignorar aqueles a quem somos chamados para buscar. Perdemos nosso propósito e caminho final. Nossa missão se transformará em corrigirmos uns aos outros em lugar de desafiarmos o mundo com a esperança da mensagem e o caráter do evangelho.</div>
<div><strong></strong><br />
<em>— Darrell L. Bock</em></div>
<p><em>Unidade na Diversidade</em> (Editora Vida), pp. 87-88.<br />
<a href="http://www.editoravida.com.br/" target="_blank">www.editoravida.com.br</a></p>
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		<title>O templo</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 17:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stefano Mozart</dc:creator>
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		<description><![CDATA[JESUS DEIXOU UMA mensagem alta e clara. Nós somos Seu templo. Não nos voltamos em certa direção para orar. Não vivemos presos à ideia de ter de ir a certo edifício para usufruirmos da comunhão com Deus. Não existem posturas, tempos ou limitações únicas que restrinjam nosso acesso a Deus. Meu relacionamento com Deus é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>JESUS DEIXOU UMA mensagem alta e clara. Nós somos Seu templo. Não nos voltamos em certa direção para orar. Não vivemos presos à ideia de ter de ir a certo edifício para usufruirmos da comunhão com Deus. Não existem posturas, tempos ou limitações únicas que restrinjam nosso acesso a Deus. Meu relacionamento com Deus é íntimo e pessoal. O cristão não vai ao templo para adorar. O cristão leva o templo junto consigo. Jesus nos eleva acima do edifício e concede ao corpo humano a mais elevada homenagem, transformando-o em Sua morada, o local onde Ele se encontra conosco.<br />
— Ravi Zacharias, evangelista e apologista cristão</p>
<p>Fonte: Por que Jesus é Diferente (Editora Mundo Cristão), p. 95.<br />
<a href="http://www.mundocristao.com.br"> www.mundocristao.com.br</a></p>
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		<title>Imperdoáveis</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 15:56:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stefano Mozart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citações, trechos de livros etc]]></category>

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		<description><![CDATA[NÃO EXISTE PECADO imperdoável para os que se achegam a Cristo em busca de perdão. Mas para os que o rejeitam, todos os pecados são imperdoáveis. — Erwin Lutzer]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>NÃO EXISTE PECADO imperdoável para os que se achegam a Cristo em busca de perdão. Mas para os que o rejeitam, todos os pecados são imperdoáveis.</p>
<p>— Erwin Lutzer</p>
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		<title>Os negócios do Pai</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 15:56:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stefano Mozart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citações, trechos de livros etc]]></category>
		<category><![CDATA[a vontade de Deus]]></category>

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		<description><![CDATA[As primeiras palavras de Jesus de que se tem notícia são: &#8220;E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?&#8221; (Lucas 2:49 &#8211; RC). Agora que os &#8220;negócios&#8221; do Pai estavam concluídos, Suas últimas palavras foram: &#8220;Pai, nas tuas mãos entrego o meu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As primeiras palavras de Jesus de que se tem notícia são: &#8220;E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?&#8221; (Lucas 2:49 &#8211; RC). Agora que os &#8220;negócios&#8221; do Pai estavam concluídos, Suas últimas palavras foram: &#8220;Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!&#8221; (Lucas 23:46 &#8211; RA). Do início ao fim, o Filho só se preocupou com uma coisa: fazer a vontade do Pai e cumpri-la.</p>
<p>— Erwin Lutzer</p>
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		<title>O maior dano</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 15:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stefano Mozart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citações, trechos de livros etc]]></category>
		<category><![CDATA[defesa da fé]]></category>
		<category><![CDATA[ensinamento]]></category>
		<category><![CDATA[ortodoxia]]></category>

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		<description><![CDATA[A vida má não causa grande dano a não ser a si mesma, mas o ensinamento errado é o maior mal neste mundo, porque leva multidões de almas ao inferno. Não estou preocupado se és bom ou mau, mas eu atacarei teu ensinamento venenoso e mentiroso que contradiz a palavra de Deus. Martinho Lutero]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vida má não causa grande dano a não ser a si mesma, mas o ensinamento errado é o maior mal neste mundo, porque leva multidões de almas ao inferno. Não estou preocupado se és bom ou mau, mas eu atacarei teu ensinamento venenoso e mentiroso que contradiz a palavra de Deus.</p>
<p>Martinho Lutero</p>
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		<title>Onde buscar?</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 17:32:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>davieverton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunhão]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[optar pelo Espírito]]></category>
		<category><![CDATA[pneuma]]></category>
		<category><![CDATA[presença de Cristo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Disse-lhe a mulher: Senhor, dá-me dessa água para que eu não mais tenha sede, nem precise vir aqui buscá-la. Disse-lhe Jesus: Vai, chama teu marido e vem cá; ao que lhe respondeu a mulher: Não tenho marido. Replicou-lhe Jesus: Bem disseste, não tenho marido; porque cinco maridos já tiveste, e esse que agora tens não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Disse-lhe a mulher: Senhor, dá-me dessa água para que eu não mais tenha sede, nem precise vir aqui buscá-la. Disse-lhe Jesus: Vai, chama teu marido e vem cá; ao que lhe respondeu a mulher: Não tenho marido. Replicou-lhe Jesus: Bem disseste, não tenho marido; porque cinco maridos já tiveste, e esse que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade. Senhor, disse-lhe a mulher, vejo que tu és profeta. Nossos pais adoravam neste monte; vós, entretanto, dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar. Disse-lhe Jesus: Mulher, podes crer-me que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus. Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.&#8221;<br />
(Jo 4:15-24)</p></blockquote>
<p>Parece uma constante entre todos os buscadores de Deus fixar  o lugar onde o encontrar, antes de buscá-lo. Nessa passagem  a mulher samaritana, ao perceber que se encontrava diante de um profeta, toma a oportunidade para sanar de uma vez suas dúvidas quanto ao lugar da adoração: “no monte ou no templo?”. A lógica empreendida pela mulher é simples e certamente reflete a experiência de boa parte dos cristãos. Acha-se o lugar, o grupo certo, o povo escolhido e depois ancora-se nessa certeza geográfica, depositando toda a constância espiritual no lugar, como se Deus habitasse em lugar feito por mãos humanas (At 17:24).</p>
<p>Essas tentativas genuinas, correspondem à expectativa humana de trazer a comunhão com Deus a um campo comum, já que as coisas espirituais são de difícil discernimento aos iniciados na carreira. Assim, na tentativa de apaziguar as dúvidas e incertezas da vida cristã, criam-se parâmetros fixos capazes de garantir o mínimo de estabilidade espiritual, a fim de que ancorada a alma, com todos os seus sentimentos e modo de pensar racional, apazigue-se a consciência.</p>
<p>No curso da história do cristianismo inúmeros movimentos surgiram trazendo algo revolucionário.  A reforma protestante, os irmãos morávios,  os irmãos unidos da inglaterra, o movimento petencostal, a dita restauração, são alguns exemplos dessas tentativas, tão genuinas e puras inicialmente, que inspiraram corações sequiozos por encontrar uma comunhão plena e absoluta com Deus e no entanto, todos esses movimentos perderam gradativamente a força e o vigor inícial, que fugiram, deixando para traz tão somente as formas desertas, e carentes da presença de Deus.</p>
<p>Todavia, não foi em um terreno sólido que Deus plantou sua vida, nem propôs uma carreira baseada em certezas plenas, e deixou isso claro ao falar à mulher samaritana “que não mais no monte, nem no templo, mas em Espírito e em verdade” (Jo 4:23). A proposta de Deus é o Espírito, palavra derivada do radical grego <em>pneuma</em>, que quer dizer sopro, ar ou vento, “que sopra onde quer”, que não pode ser tocado, retido ou sistematizado, mas pode ser ouvido em seus movimentos sempre inovadores (Jo 3:8).</p>
<p>Não resta dúvidas que todos os parâmetros estabelecidos buscavam tão somente estabilizar a comunhão com o Pai, mas o fim dos métodos é sempre a sistematização, assim, quando Deus, que é Vento, soprar em outras direções restará somente a estrutura, e da parte dos que a construiram o apego a ela. Aos que porém optarem somente pelo Espírito e desejam uma comunhão efetiva e o crescimento constante em Deus restará, quanto ao caminho em que se segue, constante incerteza, e uma fraqueza, justificada somente a carta à igreja em Filadélfia, e substituida apenas eventualmente pela suave brisa trazendo o <em>pneuma</em>, a doce presença, para encher os pulmões de vigor e garantir, de forma discreta, uma íntima certeza de que Deus ainda está alí, como que dando um tapinha nas costas e dizendo “segue daí que estamos aqui por perto”, e por isso prosseguimos.</p>
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		<title>Como só uma criança sabe fazer&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 15:38:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stefano Mozart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citações, trechos de livros etc]]></category>
		<category><![CDATA[obra do Espíito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[salvação]]></category>

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		<description><![CDATA[Posso ver aquela cena como se fosse hoje. A sala, as cadeiras de metal, o flanelógrafo, o carpete mofado, e todos os meus amigos da igreja reunidos para o ritual da semana: a escola dominical. Acomodado na cadeira encostada na parede, eu não via nada de especial naquela lição. A reunião era apenas mais uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Posso ver aquela cena como se fosse hoje. A sala, as cadeiras de metal, o flanelógrafo, o carpete mofado, e todos os meus amigos da igreja reunidos para o ritual da semana: a escola dominical. Acomodado na cadeira encostada na parede, eu não via nada de especial naquela lição. A reunião era apenas mais uma chance de estar com os amigos, escutando uma história que já tinha ouvido milhares de vezes. Não é exagero; eu tinha ouvido a mensagem singela da salvação pelo menos mil vezes. Meu pai, pastor batista, nunca deixou de compartilhar o evangelho; minha mãe sempre conversava comigo sobre o evangelho; nossa igreja nunca deixou de proclamar o evangelho. Eu já tinha ouvido a mensagem da cruz tantas vezes que, quando a professora começou a repeti-la naquele domingo, a história mais me parecia um par de sapatos velhos, muito confortável, mas comum.</p>
<p>Apesar disso, havia alguma coisa especial naquela mensagem; o Espírito Santo iniciou Sua obra em meu coração. Sem mais nem menos, algo mudou. Percebi de maneira completamente nova que a cruz tinha a ver com o meu pecado, e que aquela história bastante conhecida exigia uma resposta. Fiquei desarmado, convencido de que era pecador. Passei o resto do dia imaginando Jesus pregado na cruz, morrendo e sendo sacrificado em pagamento pelo que eu tinha feito.</p>
<p>Lembro-me vividamente de que, naquela noite, deitado na cama, fiz uma oração simples, como só uma criança sabe fazer, e pedi que Deus perdoasse meus pecados. Não foi a maior confissão que o mundo já ouviu. Também não foi perfeita do ponto de vista da teologia nem precisa do ponto da vista da soteriologia. Mas foi obra do Espírito Santo, que de modo gentil e persuasivo levou a mim, um garoto de seis anos, à cruz do Salvador.</p>
<p><em>Tad Thompson, autor de &#8220;Pais Discipuladores&#8221;, Editora Vida Nova, SP 2011</em></p>
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		<title>Aprendendo a orar</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 18:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stefano Mozart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citações, trechos de livros etc]]></category>

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		<description><![CDATA[Você acha que sabe orar? Eu também acho que sei. A Bíblia nos ensina por intermédio dos Salmos e pela orientação de Jesus em Mateus 6.9-13. Mas existe um aspecto que não levamos em conta: a lógica de Deus não é a lógica dos homens. Exatamente porque Ele é Deus e comanda o Universo. Deus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você acha que sabe orar? Eu também acho que sei. A Bíblia nos ensina por intermédio dos Salmos e pela orientação de Jesus em Mateus 6.9-13. Mas existe um aspecto que não levamos em conta: a lógica de Deus não é a lógica dos homens. Exatamente porque Ele é Deus e comanda o Universo. Deus é quem justifica o que a ciência não pode explicar.</p>
<p>Mas confesso que não oro quando meu coração não se eleva. Quando a fé não é Fé. Acho que serão pensamentos ou palavras ao vento. Mas oro em qualquer lugar e em qualquer ocasião quando meu espírito se eleva. Consultando o Aurélio, ele informa que orar pode ser pedir, suplicar, rogar a Deus. Com certeza ele não deve ter conhecido a Bíblia, por isso cometeu o lapso de omitir que a palavra pode significar também &#8220;agradecer a Deus&#8221;.</p>
<p>O orar dos protestantes tem sido diferente dos católicos romanos. Enquanto o protestante, em oração, eleva seu espírito e busca em suas palavras sinceras a comunicação com Deus, os católicos rezam, isto é, decoram ou leem textos e tentam a comunicação. Ocorre que, como a lógica de Deus não é a mesma dos homens, muitas vezes a reza do católico é atendida e a oração do protestante não. Por que?</p>
<p>São os sentimentos. Também são as atitudes. O que adianta elevar sua voz a Deus se sua vida é pecaminosa? Traições, roubos, mentiras, egoísmo, incapaz de ajudar ao próximo. Certamente sua oração não será atendida se você está em pecado. Mas são as palavras proferidas com sinceridade e fé que fazem a diferença.</p>
<p>Já aprendemos no Salmo 139 que Deus é absoluto. Ele sabe tudo, controla tudo. Não são orações em voz alta -ou fazendo barulho- e rezas repetidas que encontrarão a resposta de Deus. É o coração, o fundo da alma, a castidade, a pureza, a virtude, a honradez, a dignidade, a probidade, o decoro, a decência, o trabalho duro, mas honesto. É a passagem da alma para o espírito que se comunica com o Espírito Santo de Deus. Tudo isso reunido, eu não tenho dúvidas, encontrarão a graça de Deus em nossas orações.</p>
<p>Mas a oração não é um ritual religioso apenas. A oração é uma manifestação de fé. Ela será eficaz e produzirá resultados valendo-se tão somente de nossa fé. Se você orar de acordo com a Bíblia, Deus honrará a sua palavra por causa da Palavra Viva proferida de sua boca.</p>
<p>Portanto, ore constantemente e clame a Deus por Sua Palavra imutável e infalível.</p>
<p><i>Por: Luiz Roberto Bendia</i></p>
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		<title>Obediência é contrária à afirmação da Verdade</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 12:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>igor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citações, trechos de livros etc]]></category>

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		<description><![CDATA[A obediência dos fiéis ao que a instituição religiosa manda é o comportamento que pontua o sistema de governo hierárquico da igreja. Obediência é o que os chefes dessas instituições esperam quando determinam alguma &#8220;doutrina&#8221; na igreja. Aceitação e aquiescência a tudo que se propaga sobre os púlpitos religiosos é o que os líderes incentivam. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>A obediência dos fiéis ao que a instituição religiosa manda é o comportamento que pontua o sistema de governo hierárquico da igreja.<br />
Obediência é o que os chefes dessas instituições esperam quando determinam alguma &#8220;doutrina&#8221; na igreja.<br />
Aceitação e aquiescência a tudo que se propaga sobre os púlpitos religiosos é o que os líderes incentivam.<br />
Questionar é duvidar, e quem duvida é do diabo.<br />
Questionar é levantar contra o &#8220;ungido&#8221; do Senhor.<br />
Questionar é murmurar. E os murmuradores serão tragados pelo inferno.<br />
Esse é o discurso.<br />
Obediência resignada. Aceitar tudo. Submeter-se às determinações do superior, sem murmurar. Isto é a imagem perfeita de um verdadeiro cristão na ideologia do cristianismo institucionalizado. Isto é ensinado, cobrado, e requerido porque presume-se que a instituição religiosa engloba todo conhecimento sobre Deus e que ela é guardiã de toda a ciência e de toda a verdade a respeito do Reino divino.<br />
Por conseguinte, fidelidade aos chefes da igreja é proclamada como fidelidade ao próprio Deus.<br />
Biblicamente, e historicamente, nota-se que o comportamento submisso e a subserviência sempre andaram do lado oposto ao da verdade e do direito. E sempre foram instrumentos utilizados para controlar as massas nos sistemas autoritários, que presumimos, não deveria ser o caso de uma comunidade cristã.<br />
No cristianismo, sempre que se precisou desmascarar um erro teológico ou doutrinário, houve necessidade de se quebrar as regras impostas por aqueles que pretendiam ter a supremacia religiosa.<br />
Perante os sacerdotes, escribas e toda cúpula religiosa judaica, Cristo foi um desobediente e herege, por isto foi crucificado.<br />
Os primeiros apóstolos foram mártires porque ousaram desobedecer a leis, ordenanças e regras que já não tinham validade para eles. Idéias que eram impostas pela vontade de quem mandava na religião. Ao que respondiam: Importa obedecer antes a Deus do que aos homens.<br />
Percebe-se que o comportamento submisso e obediente só se manifesta num ambiente em que alguns indivíduos se vêem mais frágeis, mais fracos, e inferiores a outros. O indivíduo submisso é sempre um que não se vê em igualdade de direitos e de condições em relação ao outro, e por isto se submete. Ele sempre se acha menos digno e menos capaz. E vê o outro como um ser superior, mais forte, mais digno, e com poder para lhe causar danos. E por causa dessa presumida inferioridade, submete-se à vontade do outro. E obedece àquilo que o outro determina influenciado pelo medo de se ver prejudicado.<br />
O discurso religioso nas igrejas sempre procura incutir na mente do cristão que este é indigno, é pequeno, é incapaz. E por outro lado, sempre salientou que os ocupantes dos níveis superiores da hierarquia religiosa são mais dignos, mais sábios, mais fortes, ungidos, homens de Deus, homens santos. Ao pregar que alguns crentes são os escolhidos de Deus para ocupar os cargos de comando da hierarquia, a instituição sempre dá a entender que esses indivíduos são mais queridos por Deus, são especiais, &#8220;varões valorosos&#8221;. Ao falar em &#8220;subir no ministério&#8221;, ela dá a entender que existe degraus mais elevados, de mais importância. Consequentemente, o restante da cristandade são cristãos menos queridos, inferiores.<br />
No entanto, é fácil perceber que num ambiente hierarquizado, onde os integrantes de escalões inferiores devem obediência e subserviência aos integrantes de escalões superiores de poder, não é a verdade que se manifesta e que se aflora das idéias, mas sempre vai prevalecer o interesse e o ponto de vista da autoridade superior. Ou seja, a vontade do mais forte, daquele que está no topo da hierarquia, que se julga mais digno, sempre é a que prevalece nesse tipo de organização.<br />
E não é difícil concluir que esse espírito de submissão não é uma virtude louvável numa comunidade em que se diz primar pela valorização do próximo, pela justiça, pela igualdade e, principalmente, pela verdade. Nem tampouco é um comportamento aceitável num ambiente onde todos devem se considerar irmãos.<br />
Evidentemente, num ambiente de igualdade, onde todos se reconhecem num mesmo nível e num mesmo patamar, como a mensagem do Evangelho preceitua, não há espaço para esse sentimento de inferioridade e nem tampouco para comportamento submisso. Onde todos se vêem com os mesmos direitos, com as mesmas obrigações, com as mesmas limitações, com os mesmos privilégios, com os mesmos valores e com as mesmas carências, também não pode haver sentimento de superioridade. Mas deve haver sempre o respeito mútuo entre os membros da comunidade. E aqui, as idéias e as vontades só prevalecem se estiverem revestidas de coerência e de razoabilidade, pois, a verdade não se submete à posição hierárquica de indivíduo algum. Ela é amiga da razão, do bom senso e da sabedoria. Ao contrário de onde há obediência e submissão, as idéias e as vontades prevalecem por causa do poder, da autoridade, da força e da presumida superioridade de quem as impõe.<br />
Por outro lado, o crente, sob o regime de obediência às determinações de seus superiores, desenvolve um medo íntimo de não se achar merecedor das recompensas, do céu, ou da igreja. E a igreja institucionalizada sempre usou esse recurso supersticioso para submeter os cristãos aos seus ditames. Sempre tentou infundir uma espécie de terror psicológico nos fiéis a respeito dos terrores do inferno, da ferocidade do diabo e da iminência de maldições, em caso de desobediência às regras da igreja.<br />
O que se pode dizer é que castigo eterno, as chamas infernais, os tridentes demoníacos, a rejeição do Senhor, a &#8220;mão&#8221; de Deus, maldições, sempre foram instrumentos de terror utilizados para submeter às pessoas ao jugo e à vontade de quem manda nas igrejas.<br />
E os crentes, medrosos, resignados e submissos obedecem às &#8220;doutrinas&#8221;, não porque as acha coerentes, justas ou verdadeiras, mas porque têm medo supersticioso. Assim, não são livres. São escravos. Não são filhos. São servos.<br />
Para complementar, o sistema também criou uma escala de cargos e títulos mais ou menos importantes para premiar os crentes obedientes ao regime eclesiástico.<br />
Desta forma, a cobiça por títulos e o receio de perder os privilégios institucionais, fazem os crentes se calarem diante de injustiças, de mentiras e de doutrinas de exploração moral e financeira dentro das instituições.<br />
Ou seja, obediência e submissão são comportamentos que estão muito ligados ao medo de castigos e de represálias, e mais intimamente, ao interesse de um dia estar no lugar de quem manda.<br />
No entanto, o ambiente onde impera o medo e onde prolifera o interesse pessoal, é um ambiente absolutamente contrário à afirmação da &#8220;verdade&#8221;. Pelo contrário, é um ambiente propício à manipulação, ao domínio, à exploração, à extorsão e ao autoritarismo. A verdade, a seu termo, é sempre lapidada pela profecia. Profecia fala de denúncia, de protesto, de contestação. O profeta é um contestador. O profeta é aquele que mostra uma realidade ainda não vivida. É aquele que afirma uma verdade diferente da que comumente é aceita. Mas, ninguém, sob o domínio do medo, ou seduzido pelas vantagens de &#8220;fechar os olhos&#8221;, fala o que tem que falar. Sob o regime do medo, não há horizontes, não há esperança, não há profecia.<br />
Obediência e submissão, pois, são comportamentos avessos à profecia. Avessos à verdade. E favorece, com muito evidência, ao autoritarismo, à covardia e à cobiça.</p>
<p>José Peres Júnior<br />
jopejunior@yahoo.com.br</p>
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